segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Conheça a língua artificial esperanto


Você já ouviu falar em Esperanto? O Blog da UCAM conversou com o presidente da Cooperativa Cultural Esperantista Givanildo Costa para entender e conhecer a história dessa língua artificial internacional, que foi criada pelo médico polaco Dr. Ludwik Lejzer Zamenhof, com o objetivo de servir de comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes.

O Esperanto é um alfabeto fonético, ou seja, cada letra é igual a um som. Possui uma gramática simples e regular e o vocabulário internacional baseado nos principais idiomas modernos. “Hoje temos o esperanto em todos os continentes falado em vários países. Ele ajuda a gente a compreender e se aprofundar na própria língua portuguesa,” disse o presidente.

Conhecida como língua da fraternidade ela é usada por algumas religiões e no Brasil o interesse maior é pelo público espírita. “A federação Espírita Brasileira, desde o século passado mantinha um interesse pelo idioma e chegou a fazer muitas publicações em esperanto. Mas isso não faz do esperanto um idioma religioso,” afirmou Givanildo.

Algumas publicações são feitas em esperanto como a revista “A onda do Esperanto” editada na Rússia, outra publicação é a revista da “Associação Internacional de Esperanto”, editada na Holanda, e a “Revista Esperantista Brasileira”, editada em Brasília. Além de alguns livros como o “Menino Maluquinho” e o “Pequeno Príncipe” e CDs na língua. O Esperanto também tem destaque no rádio, onde o próprio Givanildo Ramos apresenta um programa sobre o idioma. "É toda terça-feira, às 15 horas, na Rádio Rio de Janeiro".

A Cooperativa Cultural dos Esperantistas oferece cursos gratuitos para os interessados em aprender a língua neutra internacional e se comunicar com o mundo. Alguns sites interessantes sobre o tema: cursodeesperanto.com.br; esperanto.org.br;edekado.net/korespondpeto.

4 comentários:

Anônimo disse...

Em 26-07-2012 o esperanto fez 125 anos!

Fabrício Valle disse...

Não diríamos que o Esperanto é uma língua artificial, mas uma língua planejada. O próprio iniciador do Esperanto usou a palavra artificial, mas a evolução da interlinguística e o fato de o Esperanto ter superado a fase de projeto para se tornar uma língua viva leva naturalmente ao abandono dessa terminologia, "língua artifical" para adoção da noção mais adequada, "língua planejada".
Por outro, lado, o epíteto "língua da fraternidade" é o preferido por muitos esperantistas, mas não é o único. Podemos falar de língua da democracia linguística, dos direitos linguísticos do povos, da solidariedade internacional, da globalização sem barreiras linguísticas, do empreendedorismo social esperantista etc. Para nós, da Intraespo - Organização Mundial para o Desenvolvimento da Economia Esperantista, é também a língua de uma nova economia, a economia esperantista.

Unknown disse...

Seria interessante um investimento ou apoio para o ensino da língua, também no meio universitário, tal como ocorre na Universidade Federal do Ceará. A Universidade oferece o curso em vários níveis presenciais e também à distância. Isso é feito em convênio com a Casa da Cultura de Lá, do Ceará. Seria interessante se nós tivéssemos também aqui no Rio de Janeiro iniciativas como esta.

Evandro Avellar disse...

O último link do artigo foi escrito errado, na realidade o site é edukado.net
No entanto este site é para quem já conhece o esperanto.

Sugiro para os que desejam fazer um curso de esperanto pela internet, gratuito e com instruções em português que utilizem o site http://pt.lernu.net/

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